Começou assim: – Faz um blog!
- Eu tenho um blog…
- Ué, então escreve sobre!
- Sobre o que?
- Sobre isso!
E assim nasceu o “Diário de uma criação” . O que está em questão na conversa acima é um novo passo que estou dando, a criação de uma marca. Não estou sozinha nessa, o que torna tudo mais divertido ainda!
Da onde surge aquela vontade? De onde vem essa idéia maluca? Para quem lê talvez não seja uma idéia maluca, mas para quem nunca pensou na hipótese e sempre disse que não faria nada ligado a isso (tenho a péssima mania de dizer essas coisas e logo depois descobrir uma paixão justo naquilo) é sim um pouco louco, arriscado, mas também é um ato de bravura diria eu, simm! Reconhecer e admitir que quer trabalhar com algo que nunca quis antes, sair do óbvio é bem difícil para algumas pessoas, esse medo do novo, essa incógnita que é pisar no desconhecido. Agora encaro como mais um passo dado a caminho de um novo sonho a ser realizado, dá pra notar o quanto estou empolgada?
Essas perguntinhas toscas e as experiências que me deixam cada vez mais realizada é que vou contar aqui, o intuito não é o de dar conselhos e nem o de ser um guia de criação (lon-gê de mim!) até porque nem sabemos se vai dar certo, escrevo mesmo para contar, pensar, e aprender com as coisas que vamos conquistando aos poucos, simples!
Você tem vontade de que? A criação na minha vida chegou cedo, não ligada a publicidade ou a moda, mas com a dança. Desde pequena eu ficava inventando minhas dançinhas, entretanto cresci dizendo que nunca ia ser coreógrafa, cá estou eu! Ainda digo que se pudesse mesmo escolher preferiria dizer amém e obedecer as idéias dos outros, mas não dá, não consigo, não sei se sou boa no que faço, mas amo o que faço e isso me basta para seguir em frente.
Quando tive que escolher uma profissão lá fui eu me meter com a publicidade, dessa vez eu entrei dizendo que queria trabalhar dentro da criação, a minha paciência não se deu muito bem com um certo Corel Draw, apesar de adorar todos esses programinhas fascinantes; então me encaixei perfeitamente no papel de “pitaqueira” (não sabe o que é isso? eu dou pitacos na criação dos outros), gosto de fazer parte desse processo, só não me dou bem com as ferramentas. Adoro mesmo criar, opinar, imaginar e conceitualizar, criar toda uma história, mas na vida real eu sou mídia!
Um belíssimo e iluminado dia descobri que gostava de moda, tá não foi bem assim, fui percebendo aos poucos, editei algumas apostilas de moda num antigo estágio, fui “severino” em algumas produções e bastou para eu me encantar, eu que dizia: – mãe pára de querer me vestir patricinha, eu não gosto de me arrumar, sou assim! Não, não sou “patricinha” hoje, mas sou apaixonada pela indústria da moda, pelas pesquisas, pelas criações e produções e ok…eu gosto de me sentir bem com a roupa que estou usando, seja lá ela qual for, se eu não me sinto bem quando me olho, o tempo caiu pra quem tá do meu lado (taurina desde sempre). Decidido então com o que eu quero um dia me dedicar e trabalhar feito louca, muóda! Digo que estou me especializando em moda para estudar, pesquisar e produzir, não para ser estilista ok? #FAIL queimei minha língua fazendo o que? CRIANDO UMA MARCA.
No começo desse post eu disse que não estou sozinha, meus dois melhores amigos e meu amor estão nessa viagem. Raffa, Renan e Renan (não errei, são dois) thanks for the crazy idea!
Então tá, introduzi a tag e vou aos poucos contando como chegamos a isso tudo e como iremos sair do papel (:



































































































































































































